A CNI NA COP
Soluções reais para uma indústria de baixo carbono
Setor produtivo brasileiro se mobiliza para ampliar sua participação nas decisões climáticas globais e contribuir com propostas concretas na COP30, em Belém (PA).
COP30 no Brasil
Indústria brasileira tem oportunidade de assumir a liderança na agenda ambiental global
Protagonista na oferta de soluções para a transição energética, a descarbonização e o desenvolvimento sustentável, o setor produtivo tem incorporado a sustentabilidade como valor estratégico e como elemento central da competitividade industrial.
A Blue Zone da COP é a área oficial onde ocorrem as negociações climáticas entre os países membros da UNFCCC e entidades credenciadas como observadoras. É um espaço estratégico e restrito, administrado pela Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC), onde as decisões e acordos sobre as mudanças climáticas são discutidos e negociados.
A CNI acompanha as negociações desde 2009, mas foi a partir de 2021 que se tornou um membro-observador, aproveitando o acesso ao espaço restrito para facilitar o diálogo entre o setor privado, o governo brasileiro e a comunidade internacional.
CNI na COP30
Em 2025, a CNI marca presença na Blue Zone com um estande próprio em Belém (PA). No espaço, serão realizadas conferências, debates, showcases, painéis, lançamento de estudos e eventos de networking de 10 a 21 de novembro .
Confira a programação completa na página do estande da CNI na COP30.
A Green Zone da COP é uma área pública e dinâmica, aberta a diversos públicos - setor privado, sociedade civil, academia e jovens -, destinada a exposições, workshops e debates interativos. Diferente da Blue Zone, que é restrita aos delegados e negociações oficiais, a Green Zone promove diálogo com um público amplo de visitantes.
Na COP29, realizada de 11 a 22 de novembro de 2024 em Baku, no Azerbaijão, a CNI coordenou o pavilhão “Brazilian National Confederation of Industry”. No espaço, foram realizados painéis e eventos de destaque como o “Diálogo Empresarial para uma Economia de Baixo Carbono”.
Lançada em março de 2025, a Sustainable Business COP (SB COP) é uma aliança global liderada pela CNI para fortalecer a participação do setor privado nas negociações climáticas da ONU. A iniciativa busca engajar lideranças empresariais do Brasil e do mundo em torno de compromissos concretos para a agenda climática, com foco na construção de uma economia de baixo carbono.
A CNI coordena a mobilização por meio de oito grupos de trabalho, com participação de empresas, associações e especialistas. Os temas incluem: transição energética; sistemas alimentares; economia circular e materiais; cidades sustentáveis e resilientes; empregos e habilidades verdes; soluções baseadas na natureza; bioeconomia; e financiamento da transição.
Em 2025, ano de realização da COP30 em Belém, os grupos irão apresentar uma agenda de recomendações ao governo brasileiro e à presidência da COP, reforçando o compromisso do setor privado com a redução das emissões de gases de efeito estufa.
Eventos
Programe-se para os próximos debates sobre o clima
Materiais técnicos e posicionamentos
Acompanhe os debates sobre o clima e saiba o que a CNI leva às COPs
Compromisso com a transição para uma economia de baixo carbono
O QUE É A COP
Países unidos para debater soluções para o clima
A Conferência entre as Partes (COP), ou Conferência do Clima, é o encontro anual do órgão supremo da ONU sobre mudança do clima, a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC).
Cada edição da COP é realizada em um país diferente, que organiza o evento em colaboração com a Secretaria da UNFCCC e países membros. Nas conferências, é analisada a implementação dos instrumentos jurídicos adotados pelas Partes. É a oportunidade também para tomada de decisões, incluindo a adoção de acordos.
Uma tarefa fundamental da COP é rever os relatórios apresentados pelas Partes sobre as suas emissões de gases do efeito estufa (GEE) e a ação climática. Todos os membros signatários da UNFCCC estão representados na COP.
Durante a Conferência das Partes (COP), os países signatários da Convenção do Clima se reúnem para negociar avanços na agenda climática global.
As negociações se desenrolam em etapas, com envolvimento de diferentes atores em cada uma delas.
Conheça cada uma delas nos boxes à direta.
Chefes de Estado e outras autoridades de alto nível marcam presença na abertura da conferência e apresentam o tom político das discussões.
É o momento simbólico que demonstra o grau de comprometimento internacional com a agenda climática.
As discussões se aprofundam nos dois principais grupos técnicos: SBI (Órgão Subsidiário de Implementação) e SBSTA (Órgão Subsidiário de Assessoramento Científico e Tecnológico).
Esses grupos são responsáveis por revisar, propor e ajustar medidas relacionadas às metas climáticas.
Histórico
Políticas climáticas estão na pauta das Nações Unidas desde 1994
COP17 - Durban (África do Sul) | A COP17 resultou na Plataforma de Durban, pela qual, as Partes deveriam definir metas até 2015 para serem colocadas em prática a partir de 2020. Foi criado um grupo de trabalho para elaboração de um novo acordo que substituiria o Protocolo de Quioto em oito anos. Nesse ano, o Canadá anunciou sua retirada do protocolo, que se concretizou em 2012.
Governança climática
Conheça os principais acordos e avanços da diplomacia climática
Na segunda metade dos anos 1980, a temperatura global começou a aumentar de forma mais rápida que a média histórica. Cientistas, gestores de políticas públicas e sociedade civil passaram a debater sobre a necessidade de combate institucionalizado pelos governos ao aquecimento global.
Acompanhe o histórico das negociações desde a criação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (UNFCCC), passando pelo Protocolo de Quioto e o Acordo de Paris.

Preparação científica e criação do IPCC
Em 1988, é criado o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), órgão autônomo, com participação de cientistas como representantes de seus países, para produzir relatórios a serem acordados pelos governos participantes.

Negociações, Eco-92 e ratificações para UNFCCC
O Primeiro Relatório de Avaliação do IPCC, de 1990, recomendou que os governos estabelecessem um tratado de combate ao aquecimento global com a participação de cientistas de todos os países das Nações Unidas.

Entrada em vigor da UNFCCC
A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) entrou em vigor em 21 de março de 1994, com o objetivo de alcançar a estabilização das concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera em um nível que evite interferências humana...

Primeiras COPs e assinatura do Protocolo de Quioto
Na primeira Conferência entre as Partes (COP), ou Conferência do Clima, realizada em 1995, em Berlim, Alemanha, foi estabelecido o Mandato de Berlim como uma resposta ao fato de os compromissos dos países desenvolvidos na Convenção-Quadro não estarem sendo cumpridos.

Ratificação e primeiro período do Protocolo de Quioto
As negociações das regras do Protocolo de Quioto foram bastante conflituosas, começando com o anúncio da saída dos EUA, em 2001, com a justificativa de possíveis impactos na economia do país e da ausência de grandes economias em desenvolvimento, com a China e Índia, no acordo.

Negociações para o segundo período do Protocolo de Quioto
A partir da COP12, em Nairobi, Quênia, em 2006, o Protocolo de Quioto passou a ser revisado pelas Partes, visto que seu prazo se encerraria em 2012. No ano seguinte, a COP13, em Bali, Indonésia, estabeleceu uma nova rota de negociação para o Protocolo de Quioto com dois trilhos..

Acordo de Paris
Em 2015, um dos objetivos da COP21, em Paris, França, foi verificar se os países desenvolvidos haviam cumprido suas metas do primeiro período do Protocolo de Quioto...
ACORDO DE PARIS
Compromisso orienta as metas climáticas desde 2015
O Acordo de Paris foi firmado em 2015, durante a COP21, realizada na capital francesa. Ele representa um compromisso global para enfrentar as mudanças climáticas, com uma proposta diferente: em vez de regras iguais para todos, cada país define suas próprias metas de redução de emissões, de acordo com sua realidade. Essas metas são chamadas de Contribuições Nacionalmente Determinadas — ou NDCs, na sigla em inglês.
A ideia é que cada país faça sua promessa de contribuição para o clima e, depois, tenha seus avanços analisados e revisados em nível internacional. Assim, o progresso global é acompanhado de forma coletiva.
PARA SUA EMPRESA
Soluções para aumentar a competitividade das indústrias
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