Transição Energética
Energias renováveis para uma economia de baixo carbono
O Brasil se destaca pelo uso de fontes renováveis e avança para cumprir suas metas no Acordo de Paris, com baixa emissão por uso de energia pela indústria.
Entenda o tema
Energia limpa e acessível para impulsionar o futuro da indústria
50%
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CAMINHOS PARA O BRASIL
Brasil se destaca entre signatários do Acordo de Paris
Firmado em 2015, o Acordo de Paris representa um marco histórico da diplomacia climática. Pela primeira vez, todos os países signatários assumiram compromissos voluntários — as chamadas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) — para conter o aquecimento global. A meta é limitar o aumento da temperatura média do planeta a menos de 2°C até 2100, com esforços para não ultrapassar 1,5°C.
O Brasil apresentou recentemente sua nova NDC, alinhada ao objetivo global de neutralidade climática e aos parâmetros definidos no Balanço Global da COP28. O documento reafirma o papel do país na liderança climática, com metas abrangentes e uma abordagem flexível que considera a cooperação internacional e o avanço das tecnologias como fatores-chave para sua execução.
Com uma matriz energética predominantemente renovável e uma indústria de baixa intensidade de emissões, o Brasil parte de uma posição estratégica para transformar compromissos climáticos em diferencial competitivo. A nova NDC reflete um esforço conjunto do Estado brasileiro para promover um modelo de desenvolvimento que concilie prosperidade econômica, justiça climática e responsabilidade ambiental.

59%
de redução de emissões até 2025 (em relação a 2005)
67%
Esforço adicional voluntário de redução até 2030
45%
Participação de energias renováveis até 2030
Eólica, biomassa, solar e biocombustíveis
18%
Participação de biocombustíveis até 2030
de CO2 para cada 1 milhão de US$ do PIB
Zerar
desmatamento ilegal na Amazônia até 2030
Reflorestas 12 milhões de hectares de florestas até 2030
Promover novos padrões de tecnologias limpas e ampliar medidas de eficiência energética e de infraestrutura de baixo carbono na indústria
Hidrogênio de baixo carbono
Conheça as vantagens de produzir e usar hidrogênio em sua empresa
O hidrogênio (H2) é uma grande aposta para a energia de baixo carbono, pois é capaz de armazenar e entregar uma grande quantidade de energia por unidade de massa e emite gases do efeito estufa, como os combustíveis fósseis.
Acesse nosso site especial e conheça os principais tipos de H2 de baixo carbono, sua forma de produção, transporte, armazenamento e aplicação. Tenha acesso a cursos de capacitação sobre o tema, linhas de financiamento, redes de fornecedores e informações essenciais para implementação e avaliação de projetos.
Agenda prioritária
Conheça as ações prioritárias da CNI para o tema em 2025
RESULTADOS
Confira as iniciativas relacionadas a transição energética realizadas pela CNI
- Participação na elaboração dos estudos que propõem a inclusão da eficiência energética térmica no Plano de Eficiência Energética (PEE) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
- Elaboração de proposições para ampliar a participação da indústria nos recursos do PEE da Aneel.
- Aprovação do projeto PotencializEE de eficiência energética, em parceria com o SENAI, no valor de R$ 50 milhões no Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).
- Análise de conformidade de 105 projetos junto ao 5º Plano de Aplicação de Recursos do Procel.
- Assinatura de quatro acordos voluntários, no valor de R$ 400 mil cada, para implementação do Programa Aliança 2.0. Convênio em execução com recursos do Procel, no valor de R$ 20 milhões para atender 24 plantas industriais.
- Cooperação com a Agência Alemã de Cooperação (GIZ) para elaboração de estudos e concepção do Observatório da Indústria para o Hidrogênio de Baixo Carbono.
- Elaboração de estudos de caso para substituição de combustíveis fósseis por hidrogênio em linhas de produção de empresas de vidro, aço e cerâmica.
- Lançamento do Observatório da Indústria para o Hidrogênio de Baixo Carbono.
- Lançamento do estudo “Oportunidade e Desafios para a Geração Eólica Offshore no Brasil e a Produção de Hidrogênio de Baixo Carbono”.
- Articulação e realização de quatro reuniões do Comitê da Indústria para o Hidrogênio Sustentável.
- Elaboração de quatro notas técnicas para o Comitê da Indústria para o Hidrogênio Sustentável sobre as propostas de marco regulatório do hidrogênio.
- Participação em três câmaras temáticas do Programa Nacional do Hidrogênio do Governo Federal.
- Participação na elaboração das duas revisões semestrais do Plano Trienal do Hidrogênio, levando a visão da indústria.
- Elaboração de ferramenta de avaliação técnico-econômica customizado de projetos de hidrogênio de baixo carbono para uso da indústria.
- Revisão do estudo “Hidrogênio sustentável: perspectivas para o desenvolvimento e potencial para a indústria brasileira", em análise para lançamento no início de 2024.
- Lançamento do estudo “Hidrogênio Sustentável: Perspectivas e Potencial para a Indústria Brasileira”, que apresenta um mapeamento e a avaliação de políticas, iniciativas e programas de hidrogênio sustentável em desenvolvimento, nos âmbitos nacional e internacional, com foco no hidrogênio verde (H2 V).
- Elaboração da “Estratégia da indústria para o hidrogênio sustentável”, incluindo a criação do Comitê da Indústria para o Hidrogênio Sustentável e a estruturação da sua governança, e elaboração de Plano de Trabalho para 2022.
- Elaboração e negociação de memorando de entendimento com a GIZ para cooperação internacional, visando à implementação de uma agenda de hidrogênio dustentável.
- Articulação e participação nas discussões do governo para elaboração do “Plano Nacional do Hidrogênio (PNH2)”, incluindo acompanhamento de suas três câmaras temáticas: Normas e Regulação; Planejamento Energético e Competividade e Mercado.
- Elaboração de estudo “Oportunidades e Desafios para a Produção de Hidrogênio Verde a partir da Geração Eólica Offshore no Brasil”, a ser lançado em 2023.
- Articulação e participação nos comitês do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), ação que teve como resultado a aprovação, no Plano de Aplicação de Recursos 4 do Procel, de cerca de R$ 16 milhões destinados a projetos para a indústria.
- Execução do primeiro ano do Programa Aliança 2.0, que incluiu estudos técnicos e a celebração de acordos voluntários com três indústrias para apoio a projetos de eficiência energética.
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