Parque eólico com turbinas geradoras de energia ao pôr do sol sobre colinas verdes, 
        representando o avanço da transição energética e o uso de fontes renováveis no Brasil.

Transição Energética

Energias renováveis para uma economia de baixo carbono

O Brasil se destaca pelo uso de fontes renováveis e avança para cumprir suas metas no Acordo de Paris, com baixa emissão por uso de energia pela indústria.

Entenda o tema

Energia limpa e acessível para impulsionar o futuro da indústria

O Brasil tem um dos sistemas energéticos mais limpos do mundo. Mais de 80% da eletricidade gerada no país vem de fontes renováveis — um patamar alcançado por poucos. Na indústria, esse cenário representa uma vantagem comparativa relevante, com baixa emissão de gases de efeito estufa (GEE) por unidade de energia consumida.A indústria brasileira, embora responda por 21% do PIB, emite apenas 6,4% dos GEE do país. Isso reforça o papel estratégico do setor na construção de uma economia de baixo carbono — com ganhos em produtividade, inovação e acesso a mercados.

50%

de fontes renováveis na Oferta Interna de Energia em 2024, com destaque para biomassa (16,7%), hidrelétrica (11,6%), eólica (2,9%) e solar (2,2%)

70%

de participação de renováveis na matriz energética brasileira quando se considera apenas a energia elétrica

64,4%

da energia usada na indústria brasileira vem de fontes renováveis

80%

da energia gerada no pais é consumida pela indústria, enquanto 33,2% é consumida por meios de transporte

CAMINHOS PARA O BRASIL

Brasil se destaca entre signatários do Acordo de Paris

Firmado em 2015, o Acordo de Paris representa um marco histórico da diplomacia climática. Pela primeira vez, todos os países signatários assumiram compromissos voluntários — as chamadas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) — para conter o aquecimento global. A meta é limitar o aumento da temperatura média do planeta a menos de 2°C até 2100, com esforços para não ultrapassar 1,5°C.

 

O Brasil apresentou recentemente sua nova NDC, alinhada ao objetivo global de neutralidade climática e aos parâmetros definidos no Balanço Global da COP28. O documento reafirma o papel do país na liderança climática, com metas abrangentes e uma abordagem flexível que considera a cooperação internacional e o avanço das tecnologias como fatores-chave para sua execução.

 

Com uma matriz energética predominantemente renovável e uma indústria de baixa intensidade de emissões, o Brasil parte de uma posição estratégica para transformar compromissos climáticos em diferencial competitivo. A nova NDC reflete um esforço conjunto do Estado brasileiro para promover um modelo de desenvolvimento que concilie prosperidade econômica, justiça climática e responsabilidade ambiental.

Imagem Decorativa Rio sinuoso em meio à vegetação nativa com incidência de luz natural, 
                        ilustrando o potencial da energia hídrica na matriz renovável brasileira. Imagem Decorativa

Hidrogênio de baixo carbono

Conheça as vantagens de produzir e usar hidrogênio em sua empresa

O hidrogênio (H2) é uma grande aposta para a energia de baixo carbono, pois é capaz de armazenar e entregar uma grande quantidade de energia por unidade de massa e emite gases do efeito estufa, como os combustíveis fósseis.

 

Acesse nosso site especial e conheça os principais tipos de H2 de baixo carbono, sua forma de produção, transporte, armazenamento e aplicação. Tenha acesso a cursos de capacitação sobre o tema, linhas de financiamento, redes de fornecedores e informações essenciais para implementação e avaliação de projetos.

MENSAGENS-CHAVE
Conheça as iniciativas defendidas pela CNI para a transição energética
Aproveitar os benefícios da matriz energética renovável brasileira
A grande participação de fontes renováveis coloca o Brasil à frente de seus competidores internacionais.
Desenvolver soluções em eficiência energética e fontes renováveis
O país deve aprimorar capacidades alinhadas com uma estratégia de baixo carbono.
Priorizar tarifas acessíveis e suprimento seguro de energia
É fundamental ampliar a competitividade da indústria e proteger produtores e consumidores de energia.
Beneficiar diversos setores industriais a partir de boas práticas em energia
Novos produtos e serviços devem impulsionar atividades empresariais, gerar renda e promover a economia.

Agenda prioritária

Conheça as ações prioritárias da CNI para o tema em 2025

  • Ampliar programa de eficiência energética na indústria, desvinculado de ações reativas que ocorrem em respostas às crises energéticas.
  • Fomentar a cadeia de valor do hidrogênio de baixo carbono.
  • Regulamentar a implantação de parques de energia eólica offshore

RESULTADOS

Confira as iniciativas relacionadas a transição energética realizadas pela CNI 

  • Participação na elaboração dos estudos que propõem a inclusão da eficiência energética térmica no Plano de Eficiência Energética (PEE) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

     
  • Elaboração de proposições para ampliar a participação da indústria nos recursos do PEE da Aneel.

     
  • Aprovação do projeto PotencializEE de eficiência energética, em parceria com o SENAI, no valor de R$ 50 milhões no Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

     
  • Análise de conformidade de 105 projetos junto ao 5º Plano de Aplicação de Recursos do Procel.

     
  • Assinatura de quatro acordos voluntários, no valor de R$ 400 mil cada, para implementação do Programa Aliança 2.0. Convênio em execução com recursos do Procel, no valor de R$ 20 milhões para atender 24 plantas industriais.

     
  • Cooperação com a Agência Alemã de Cooperação (GIZ) para elaboração de estudos e concepção do Observatório da Indústria para o Hidrogênio de Baixo Carbono.

     
  • Elaboração de estudos de caso para substituição de combustíveis fósseis por hidrogênio em linhas de produção de empresas de vidro, aço e cerâmica.

     
  • Lançamento do Observatório da Indústria para o Hidrogênio de Baixo Carbono.

     
  • Lançamento do estudoOportunidade e Desafios para a Geração Eólica Offshore no Brasil e a Produção de Hidrogênio de Baixo Carbono”.

     
  • Articulação e realização de quatro reuniões do Comitê da Indústria para o Hidrogênio Sustentável.
     
  • Elaboração de quatro notas técnicas para o Comitê da Indústria para o Hidrogênio Sustentável sobre as propostas de marco regulatório do hidrogênio.

     
  • Participação em três câmaras temáticas do Programa Nacional do Hidrogênio do Governo Federal.

     
  • Participação na elaboração das duas revisões semestrais do Plano Trienal do Hidrogênio, levando a visão da indústria.

     
  • Elaboração de ferramenta de avaliação técnico-econômica customizado de projetos de hidrogênio de baixo carbono para uso da indústria.

     
  • Revisão do estudoHidrogênio sustentável: perspectivas para o desenvolvimento e potencial para a indústria brasileira", em análise para lançamento no início de 2024.
  • Lançamento do estudoHidrogênio Sustentável: Perspectivas e Potencial para a Indústria Brasileira”, que apresenta um mapeamento e a avaliação de políticas, iniciativas e programas de hidrogênio sustentável em desenvolvimento, nos âmbitos nacional e internacional, com foco no hidrogênio verde (H2 V).
     
  • Elaboração da “Estratégia da indústria para o hidrogênio sustentável”, incluindo a criação do Comitê da Indústria para o Hidrogênio Sustentável e a estruturação da sua governança, e elaboração de Plano de Trabalho para 2022.
     
  • Elaboração e negociação de memorando de entendimento com a GIZ para cooperação internacional, visando à implementação de uma agenda de hidrogênio dustentável.
     
  • Articulação e participação nas discussões do governo para elaboração do “Plano Nacional do Hidrogênio (PNH2)”, incluindo acompanhamento de suas três câmaras temáticas: Normas e Regulação; Planejamento Energético e Competividade e Mercado.
     
  • Elaboração de estudo “Oportunidades e Desafios para a Produção de Hidrogênio Verde a partir da Geração Eólica Offshore no Brasil”, a ser lançado em 2023.
     
  • Articulação e participação nos comitês do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), ação que teve como resultado a aprovação, no Plano de Aplicação de Recursos 4 do Procel, de cerca de R$ 16 milhões destinados a projetos para a indústria.
     
  • Execução do primeiro ano do Programa Aliança 2.0, que incluiu estudos técnicos e a celebração de acordos voluntários com três indústrias para apoio a projetos de eficiência energética.

SAIBA MAIS

Conheça as nossas principais frentes de trabalho de meio ambiente e sustentabilidade

Economia Circular
Bioeconomia
Florestas
Licenciamento Ambiental
Mudança de Clima
Segurança Hídrica
Resíduos Sólidos

PARA SUA EMPRESA

Soluções para aumentar a competitividade das indústrias

publicações

Estudos, dados e informações para entender a transição energética

Helper text
SUPERIOR
INFERIOR
Estado Vazio
Não foi possível localizar o que você procura Por favor, verifique os filtros ou tente novamente

vídeos

Assista e saiba mais sobre transição energética

Acontece na indústria

Acompanhe as últimas novidades sobre meio ambiente e sustentabilidade

Confira os últimos destaques sobre temas de interesse do setor produtivo.

Todo o conteúdo e os produtos disponibilizados nesta página são de responsabilidade da Diretoria de Relações Institucionais da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Para mais informações, entre em contato por meio dos nossos canais de atendimento.
©Todos os direitos reservados
Nós utilizamos cookies e outras tecnologias necessárias para preservação do site, isso nos ajuda a melhorar sua experiência, personalizar nossos serviços e recomendar conteúdo de seu interesse. Se você concorda com a utilização de cookies, clique em "Estou ciente".