Vista panorâmica de floresta e cidade sustentável à beira de rio, com prédios cobertos por vegetação, 
        simbolizando a transição urbana para uma economia de baixo carbono.

MUDANÇA DO CLIMA

Soluções climáticas abrem caminhos para o crescimento

Com inovação e políticas públicas, a indústria é estratégica na descarbonização, na transição energética e no cumprimento dos compromissos do Acordo de Paris.

ENTENDA O TEMA

Construir um futuro sustentável exige ação imediata e coordenada

As mudanças climáticas já impactam diretamente a vida das pessoas e o funcionamento das economias. Para conter o aumento da temperatura global e limitar os efeitos do aquecimento a 1,5°C até 2100, como prevê o Acordo de Paris, é necessário agir.

A indústria é parte relevante para o desenvolvimento econômico sustentável do Brasil, com geração de emprego e renda em direção a uma economia de baixo carbono.
Imagem decorativa Árvore destacada em meio a folhagens verdes, com iluminação suave, representando
                         o equilíbrio ambiental diante dos desafios da mudança do clima. Imagem decorativa

Batizadas de Contribuições Nacionalmente Negociadas (NDCs), as metas são o principal instrumento do Acordo de Paris para enfrentar as mudanças climáticas

195

países se comprometeram com o limite de aumento da temperatura global em 1,5ºC até 2100

59 a 67%

Meta brasileira de redução das emissões de gases do efeito estufa (GEE) até 2035

Zerar

o desmatamento no Brasil até 2035 também está na meta nacional

a indústria na cop

Entenda como funciona a COP e saiba como a CNI atua

Anualmente, representantes dos países membros da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) se reúnem para propor soluções e negociar acordos para mitigação e adaptação aos efeitos do clima.

O setor produtivo brasileiro tem atuado de forma consistente para alinhar suas atividades aos desafios da agenda climática global. Desde a COP26, na Suíça, a CNI contribui diretamente com divulgação de documentos técnicos, organização da delegação brasileira e realização de eventos. 



Em 2025, foi lançada a Sustainable Business COP (SB COP), uma aliança global liderada pela CNI para fortalecer a participação do setor privado nas negociações climáticas e engajar lideranças em torno de compromissos concretos para a agenda climática, com foco na construção de uma economia de baixo carbono.
SINAL DE ALERTA

Transição climática influencia vidas, investimentos e a competitividade da indústria

O Brasil ainda precisa avançar em áreas essenciais para a adaptação climática, como saneamento, acesso a financiamento e planejamento territorial. A insegurança climática já inibe investimentos e dificulta o acesso a mercados cada vez mais exigentes em critérios ambientais no Brasil e no exterior.

 

Para a indústria estar adaptada às novas condições, são necessárias adequações dos setores econômicos e ações coordenadas dos governos em:

  • Serviços de infraestrutura
  • Acesso a financiamentos
  • Condições de atração de investimento externo
  • Atender às exigências de mercados consumidores internacionais
3.679
municípios brasileiros apresentam baixa capacidade adaptativa em relação a desastres
1.641
municípios têm risco de impacto alto ou muito alto para desastres relacionados a chuvas
2024
foi o ano mais quente em 175 anos de registro científico
CAMINHOS PARA O BRASIL

Fortalecer o protagonismo empresarial para acelerar a transição climática

Como anfitrião da próxima COP do Clima, o Brasil terá a oportunidade de impulsionar um novo estágio no multilateralismo climático, promovendo o fortalecimento das relações entre países desenvolvidos e em desenvolvimento.

 

A transição para uma economia de baixo carbono exige ações articuladas entre setor produtivo, governo e sociedade. Para que o Brasil cumpra suas metas climáticas e amplie sua competitividade internacional, é essencial alinhar desenvolvimento econômico à descarbonização da economia.

 

O setor produtivo é peça-chave para transformar intenções em resultados concretos. A indústria brasileira tem investido em inovação, eficiência energética, fontes renováveis, economia circular e tecnologias de baixo carbono.

MENSAGENS-CHAVE
Conheça iniciativas defendidas pela CNI para combate às mudanças climáticas
Definir uma estratégia política nacional ampla e integrada
Ter uma estratégia clara ajuda o Brasil a reduzir emissões de gases do efeito estufa e atrair investimentos para um futuro mais sustentável.
Estabelecer governança para coordenação entre governo e indústria
Esforços conjuntos são fundamentais para garantir transparência e o cumprimento dos acordos assumidos.
Ampliar uso de energias renováveis e de tecnologias de baixo carbono
Investimento em tecnologias como hidrogênio e sistemas de captura de carbono (CCUS) para mitigação dos efeitos do clima.
Promover práticas de economia circular e de conservação florestal
Reaproveitar materiais e conservar áreas verdes ajuda a reduzir emissões e armazenar carbono.

Agenda prioritária

Conheça as ações prioritárias da CNI para o tema em 2025

  • Debater a estratégia de descarbonização da indústria nacional.
  • Articular a aprovação de lei para estabelecer as bases para o mercado regulado de carbono, e apoiar sua implementação.
  • Implementar o Programa Aliança II, uma parceria da CNI com a Eletrobras que tem como objetivo melhorar a eficiência energética de processos industriais.
  • Publicar estudo contendo a atualização da arquitetura de financiamento climático global.
  • Capacitar a indústria nacional quanto à difusão de conhecimentos e boas práticas para promoção de um sistema nacional de mensuração, relato e verificação (MRV) de emissões e remoções de gases de efeito estufa (GEE).
  • Publicar estudo com experiências internacionais, oportunidades e desafios para desenvolvimento e uso do hidrogênio no Brasil.
  • Articular a participação da indústria brasileira na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30), ampliando a representação do setor nos debates.
Este tema está relacionado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável a serem cumpridos até 2030. Saiba mais no site da Organização das Nações Unidas.

RESULTADOS

Confira as iniciativas realizadas pela CNI em mudança do clima nos últimos anos

  • Assinatura de Acordo de Cooperação Técnica com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para desenvolver atividades correlatas à difusão de informações, conhecimentos e boas práticas para a efetiva utilização pela indústria desse componente do Sistema de Registro Nacional de Emissões (Sirene).

     
  • Elaboração e publicação do estudo “Financiamento para o clima: arcabouço global e guia informativo das fontes de financiamento aplicáveis às indústrias brasileiras”.

     
  • Articulação para aprovação da lei de base para a criação do mercado regulado de carbono no Brasil e realização de capacitação sobre o assunto para GT Mercado de Carbono.

     
  • Realização do workshop Finanças Sustentáveis e seus Instrumentos: um Caminho para a Transição, em parceria com a Climate Bonds Initiative (CBI), organização internacional que apoia o desenvolvimento de mercados de capitais de longo prazo para acelerar a transição da economia global de baixo carbono.

     
  • Elaboração do Inventário das Emissões de GEE de seis imóveis da CNI, incluindo a unidade sede, Edifício Roberto Simonsen.

     
  • Adesão oficial da CNI ao Movimento Ambição Net Zero, do Pacto Global, que objetiva apoiar as empresas signatárias a, coletivamente, reduzirem 2 giga toneladas de CO2 em emissões acumuladas até 2030.

     
  • Elaboração, em conjunto da base industrial, e publicação de documento de posicionamento da indústria para a COP27.

     
  • Realização do evento Estratégia da Indústria para uma Economia de Baixo Carbono, com o objetivo de promover o diálogo no setor empresarial, tendo como base os pilares definidos pela CNI: transição energética, mercado de carbono, economia circular e conservação florestal. O evento também abordou outros temas, como as expectativas do setor privado para a COP27; Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM, em inglês); metas para descarbonização do transporte marítimo; financiamento climático e Governança ambiental, social e corporativa (ESG, em inglês).

     
  • Realização do Diálogo Empresarial para uma Economia de Baixo Carbono, durante a COP 27, como um ambiente de debates e troca de informações sobre a agenda climática da conferência entre representações empresariais brasileiras e estrangeiras. Foi assinado termo de compromisso entre a CNI e a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira para construir agenda conjunta de trabalho para a próxima Conferência do Clima, a COP 28, a ser realizada nos Emirados Árabes, em dezembro de 2023.

     
  • Realização do Brazilian Industry Day, como parte da programação do Pavilhão do Brasil na COP 27. O evento apresentou experiências bem-sucedidas da indústria brasileira relacionadas à Estratégia de Baixo Carbono da CNI, e contou com cinco painéis: ações para o desenvolvimento do mercado de hidrogênio verde no Brasil; as iniciativas da indústria para uma economia de baixo carbono; bioeconomia e florestas; neutralidade climática, e transição energética.
  • Assinatura de Acordo de Cooperação Técnica com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para desenvolver atividades correlatas à difusão de informações, conhecimentos e boas práticas para a efetiva utilização pela indústria desse componente do Sistema de Registro Nacional de Emissões (Sirene).
     
  • Elaboração e publicação do estudo "Financiamento para o clima: arcabouço global e guia informativo das fontes de financiamento aplicáveis às indústrias brasileiras".
     
  • Articulação para aprovação da lei de base para a criação do mercado regulado de carbono no Brasil e realização de capacitação sobre o assunto para GT Mercado de Carbono.
     
  • Realização do workshop Finanças Sustentáveis e seus Instrumentos: um Caminho para a Transição, em parceria com a Climate Bonds Initiative (CBI), organização internacional que apoia o desenvolvimento de mercados de capitais de longo prazo para acelerar a transição da economia global de baixo carbono.
     
  • Elaboração do Inventário das Emissões de GEE de seis imóveis da CNI, incluindo a unidade sede, Edifício Roberto Simonsen.
     
  • Adesão oficial da CNI ao Movimento Ambição Net Zero, do Pacto Global, que objetiva apoiar as empresas signatárias a, coletivamente, reduzirem 2 giga toneladas de CO2 em emissões acumuladas até 2030.
     
  • Elaboração, em conjunto da base industrial, e publicação de documento de posicionamento da indústria para a COP27.
     
  • Realização do evento Estratégia da Indústria para uma Economia de Baixo Carbono, com o objetivo de promover o diálogo no setor empresarial, tendo como base os pilares definidos pela CNI: transição energética, mercado de carbono, economia circular e conservação florestal. O evento também abordou outros temas, como as expectativas do setor privado para a COP27; Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM, em inglês); metas para descarbonização do transporte marítimo; financiamento climático e Governança ambiental, social e corporativa (ESG, em inglês).
     
  • Realização do Diálogo Empresarial para uma Economia de Baixo Carbono, durante a COP 27, como um ambiente de debates e troca de informações sobre a agenda climática da conferência entre representações empresariais brasileiras e estrangeiras. Foi assinado termo de compromisso entre a CNI e a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira para construir agenda conjunta de trabalho para a próxima Conferência do Clima, a COP 28, a ser realizada nos Emirados Árabes, em dezembro de 2023.
     
  • Realização do Brazilian Industry Day, como parte da programação do Pavilhão do Brasil na COP 27. O evento apresentou experiências bem-sucedidas da indústria brasileira relacionadas à Estratégia de Baixo Carbono da CNI, e contou com cinco painéis: ações para o desenvolvimento do mercado de hidrogênio verde no Brasil; as iniciativas da indústria para uma economia de baixo carbono; bioeconomia e florestas; neutralidade climática, e transição energética.
  • Articulação junto ao governo federal e governos estaduais para a aprovação da Resolução Conama nº 501/2021, que altera a Resolução nº 382/2006, permitindo o uso de tecnologia all electric em plataformas marítimas de petróleo e gás.
     
  • Entrega ao governo federal de proposta de agenda conjunta entre CNI e governo para a Mensuração, Relato e Verificação (MRV) das emissões de gases de efeito estufa (GEE), visando o estabelecimento de regras para uniformizar os sistemas de MRV de GEE.
     
  • Realização do evento Mercado de Carbono e a COP-26, com lançamento do estudo "Mercado de Carbono: Análise de Experiências Internacionais", que analisa iniciativas de sistemas de comércio de emissões da União Europeia, do México, do Japão, da Coreia do Sul e do Western Climate Initiative (WCI) no Canadá e Califórnia.
     
  • Construção, em conjunto da base industrial, do texto substitutivo do PL 528/21, que trata da regulamentação do mercado de carbono no país.
     
  • Incorporação de parte da proposta da CNI no documento que firmou as regras para a implementação do Artigo 6º do Acordo de Paris sobre os mercados internacionais de carbono.
     
  • Apoio ao Ministério do Meio Ambiente, em parceria com a Confederação Nacional da Agricultura e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, para a organização do Espaço Brasil na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-26).
     
  • Realização do evento Brazilian Industry Day, durante a COP-26 de Clima, com programações no espaço Brasil da Conferência (Glasgow) e na sede da CNI (Brasília).
     
  • Assinatura do convênio Programa Aliança II com a Eletrobras, a ser implementado entre 2022 e 2025, com o objetivo de melhorar a eficiência energética dos processos industriais.
  • Articulação junto ao poder Legislativo para rejeição do PLP 00559/2018, que propõe a taxação sobre o carbono na forma de Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE).
     
  • Elaboração do estudo "A Precificação de Carbono e seus Impactos na Competitividade da Cadeia de Valor do Setor Industrial Brasileiro" em contribuição ao Projeto PMR Brasil do Ministério da Economia.
     
  • Liderança da base industrial e articulação com o governo federal para que as recomendações da indústria indicadas no documento "Contribuição da Indústria ao Mecanismo de Desenvolvimento Sustentável no Acordo de Paris", da CNI, fossem incluídas nos textos de decisão das negociações da ONU sobre o artigo 6º do Mecanismo de Desenvolvimento Sustentável do Acordo de Paris, que começaram na COP 25 de Mudança do Clima, em dezembro de 2019, em Madrid, e seguem em 2020.
     
  • Garantia da representatividade do setor industrial no Comitê Gestor do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente, conforme estabelecido no Decreto no 10.143 de 28 de novembro de 2019.

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