CONVENÇÃO DA BIODIVERSIDADE
O Brasil no centro das decisões globais
Os países membros da Convenção da Biodiversidade se reunem a cada dois anos na Conferência entre as Partes (COP) da CDB para discutir e tomar decisões sobre o tema. Por ter uma das biodiversidades mais ricas do mundo, o Brasil tem papel central nas negociações e foi o primeiro país a assinar a Convenção em 1992 durante a Cúpula da Terra, realizada no Rio de Janeiro.
A CDB também conta com instâncias de apoio como o Órgão Subsidiário de Assessoramento Científico Técnico e Tecnológico (SBSTTA) e o Órgão Subsidiário de Implementação (SBI). Suas reuniões são realizadas antes das COPs com o objetivo de elaborar recomendações a serem apresentadas à conferência.
Marco Global
Na COP16, realizada em duas etapas em 2024 na Colômbia e 2025 na Itália, os países membros chegaram a acordos sobre o financiamento da biodiversidade, o mecanismo de Planejamento, Monitoramento, Relatórios e Revisão (PMRR) e o conjunto completo de indicadores que serão usados para medir o progresso global e nacional rumo à implementação do Marco Global de Biodiversidade de Kunming-Montreal, adotado na COP15 em 2022. Esse documento define a visão de vida em harmonia com a natureza e lista quatro objetivos para 2050, assim como 23 metas a serem alcançadas até 2030.
A 17ª Conferência das Partes (COP 17) da Convenção sobre a Diversidade Biológica será realizada em 2026 na cidade de Yerevan, na Armênia.
Os temas de destaque nas negociações serão:
